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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Howl of the Black Winds/Beasts of Death

O uivo dos ventos negros estremece os corpos das árvores na noite em que a lua é ocultada pela neblina cega. Tudo se escurece no caminhar ciclônico que forma a chegada das criaturas esquecidas. De terras perdidas, proibidas há muito, elas trazem sua força invencível até mesmo para os próprios deuses do Sol, que despenca no horizonte e concretiza o domínio dos caçadores. Bestas da morte, insaciáveis e imortais, cavalgam sobe a terra nas costas de mortos-vivos e ceifam a vida de qualquer um que possam achar. Elas sentem o cheiro, sentem o medo, sentem o sangue e a carne e os comem com seus corpos decompostos e os usam como armaduras. Nada sobrevive contra a lâmina do mal. Nada sobrevive contra a lâmina da escuridão.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Frenesi Sangrento

As garras rasgam a carne, as presas miram a jugular e a boca é embebida pelo sangue que jorra das fissuras no corpo. O peso das patas rasga a pele enquanto os olhos, arregalados e obcecados observam a vítima pronta para o abate final. A força das mandíbulas sustenta uma evisceração frenética em movimentos famintos das facas que pulam da boca da besta. Sem reação, o alvo começa a ser devorado vivo, enquanto tenta resistir aos golpes na face, que desfiguram o semblante aterrorizado. As pernas estremecidas não são capazes de reação, e a alma se recusa a deixar o corpo. Nos jardins da manhã, não se espera o prenúncio da morte.

MORTE!! MORTE!! MORTE!!

Os tentáculos da fome não conhecem barreiras , a vontade não permite que parem! Não há escolhas nem alvos, só há vontade de assassinar! Bem-nascidos, mal-nascidos, velhos, jovens, recém-nascidos! Todos aqueles que se encontrarem com a fera terão o mesmo destino! Suas almas, pregadas aos corpos, sofrerão até o último momento, até o fim da devora! A fome de carne e a sede de sangue queimam, como queimam!

Não olhe para os lados, a morte está procurando...

Sacie a fome de matança!

domingo, 11 de novembro de 2012

Kathaarian Life Code

Noites desertas...
Quando foi que o sentido se perdeu? A fúria do passado que se perdeu nas mãos do destino... A Morte nos traiu, levou a esperança. A vida trouxe a decepção, e a profanação foi profanada. O código de vida, o ódio, a fúria dos olhos vermelhos, as matilhas noturnas que agiam como uma única mente mas pensavam como várias... Nada disso existe além dos remanescentes que andam sozinhos na névoa noturna, indistintos nas ruas da vida.

O sangue...
O sangue que antes corria vermelho, sinal da confirmação da existência e da abstração da vida, se tornou mero objeto dos artistas da oportunidade. O que antes era o código de vida e de morte, agora se transforma em disfarce para medrosos sem espírito.

Essa agonia...
O furto da magnificência do culto, que não mais se mantém vivo neste plano, mas sim no plano dos espirituosos seres que outrora se denominaram reis, e para os quais A Chama No Céu do Norte fora dedicada. A deturpação da mente coroada pela egrégora mortal da foice do medo, a queda do baluarte do submundo... Os próximos mil anos seriam nossos...



Darkthrone

domingo, 23 de outubro de 2011

Kill 'em All!

Escória da Terra! Raça infecta! Raiz do mal, do medo, de tudo que se fez mal e que pelo mal há de acabar. Das cinzas às cinzas. Essa é uma fênix que não renascerá! É hora de brandir as lâminas malditas. Cortemo-nos uns aos outros, fatiemo-nos uns aos outros. Empunhe sua arma e a enterre nas vísceras do seu inimigo e, ao mesmo tempo, semelhante. Se tiverem sorte, os esporos da destruição invadirão seus poros enquanto o sangue escorre pelos buracos abertos, pelos corte forçados, pelo corpo rasgado. Todos morreremos nesse dia. Anjos, demônios e, principalmente, humanos inutilizados, incapazes de serem recriados das cinzas que uma vez os criaram. Mas, no fim, todos os olhos continuarão intactos, somente para que vejam a verdade, a verdade que se encontra estampada no sofrimento da carne e do espírito. O fogo da guerra queimará sobre as fossas nas quais se encontram, e a gordura humana crepitará sob a cortina de miríades de prédios deformados e à sombra de milhares de facas canibais, prontas para abater qualquer ser inválido que fique no caminho do desespero. Não haverá risadas ensandecidas por parte de nenhum de vocês, pois vossa mente se fará negra, consumida pelos ventos tóxicos que suas próprias mentes criaram. Morramos todos! Acordem! A morte vos espera, e o sofrimento vos levará até ela...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Vingança!

As Hordas Negras dos Senhores da Angústia marcham na direção dos impérios divinos. Os caninos das crituras incontáveis rasgam matéria e tempo enquanto deixam sair gritos horripilantes de ódio. Por onde passam, as trevas surgem onipotentes sobre suas cabeças e a terra se incendeia, em uma chama sem luz. Uma miríade de lanças, foices, alabardas e machados se levanta sobre a linha das cabeças dos soldados. Monstros galopam por entre seus pés, procurando seu alvo.

Eu estava lá. Eu participei de tudo. E, assim que as Hordas diabólicas passaram, nenhum anjo deixava de saber o significado da palavra dor, nem da palavra sofrimento. Seus corpos desvirginados alastrados, arrastados pelo chão pedregoso, suas asas arrancadas e seus pés decepados. A branquidão de sua luz ofuscada pelo vermelho do sangue e das chamas. Vermes adentrando seus corpos enquanto eles descobrem o que é ser subjugado e arremessado numa terra onde a morte habita, mas quem reina é a vingança.